segunda-feira, 16 de novembro de 2009

=)

Olá, pessoal!

Criei um fotolog para postar fotos que quebram um pouco o óbvio e acabam abrindo a cabeça.

As imagens devem ter:

- Beleza;
- Quebra de paradigmas;
- Bom-humor!

A ideia é que sejam postadas fotos toda terça-feira! Se alguém tiver imagens que se encaixam nesse perfil, é só me mandar por e-mail, tá?

Deem uma bizoiada de vez em quando!...O humor é maior ;-)

domingo, 8 de novembro de 2009

A vez é dele!


Ou melhor, deles! Hoje, Chrysaliis cede espaço aos Incomodados em homenagem ao nosso querido aniversariante, Peri!


Falar do Peri parece fácil, mas é difícil. Um coração enorme, apaziguador, ser humano único e incomparável, não temos o mesmo sangue, mas temos muitos sonhos em comum, isso já é o suficiente para eu considerar você meu irmão. Faltam palavras para dizer o quanto você é especial. Parabéns meu velho nesse dia, que você seja
feliz todos os dias! Com AMOR! Dimi


Aaaaa, me desculpe, mas essa coisa de 4/5 linhas me deixa tensa! Então se foi 13!!!

Peri, uma vez Tom (o Jobim saca?! Brother meu...), em umas de nossas empreitadas etílicas, rabiscou num papel de mão, algo que eu enxerguei vc!

"...é bom sentá-lo novamente ao lado
com olhos que contêm o olhar antigo
sempre comigo um pouco atribulado
e como sempre singular comigo.
um bicho igual a mim, simples e humano
sabendo se mover e comover
e a disfarçar com o meu próprio engano.
o amigo: um ser que a vida não explica
que só se vai ao ver outro nascer
e o espelho de minha alma multiplica..."

...E como já é de praxe, o parabéns é hoje, mas a felicidade é sempre q desejar!Amo viu! Pio!


Sabe, acho extremamente difícil de escrever uma mensagem para alguém como você, Peri.

Sabe, é muito fácil falar sobre algumas pessoas, qualidades e defeitos, mas sobre você, acho extremamente difícil falar, pelo simples fato de que olhando para você, hoje, vejo o homem que você se tornou e ainda está se tornando, e eu posso falar, tá ficando cada vez mais bonito meu bom.

Quarta estava olhando umas fotos em casa e vi fotos nossas quando éramos mulekes...(vírgula, olha vou falar que nois era feio demais... tudo bem, vc ficava melhor com mais cabelo, eu era magro pra caramba, mas acima de tudo, eu tava ridículo...kkkkk)

Acho que com todo esse tempo que nos conhecemos, eu posso te dizer:

Pensando em tudo o que já passamos, acho que só posso te agradecer, você me levou para o caminho certo tantas vezes na vida que eu até perdi a conta. Devo ter uma dívida eterna contigo, mas pode deixar, uma hora nesse mundão de Deus eu pago essa dívida.

PARABÉNS PERI, VOCÊ MERECE TUDO DE BOM QUE ESTÁ TE ACONTECENDO, E QUE SEMPRE ACONTEÇAM COISAS CADA VEZ MAIS MARAVILHOSAS PRA VOCÊ.

TENHO UM PUTA ORGULHO DE SER TEU AMIGO. Beijos, Daniel Pierini Martins


Meu menino, meu melhor amigo, meu grande amor! Hoje, agradeço à Vida por ter me dado, para caminhar ao meu lado, alguém cheio de luz, que sabe agradecer e perdoar, que está sempre disposto a ouvir sem julgar. Que reconhece os erros e quer ser maior. E, por isso, é grande!

Manso e terno, enxergou quem eu sou e sorriu quando me viu. De mãos dadas, trazemos um amor imenso e, de tão verdadeiro, livre. Sinta o peso dessas palavras e saiba o quão leve é estar ao seu lado!

No seu aniversário, desejo-lhe só a felicidade. Eu te amo. Cris


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Escambo

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"Eu não apanhei, só dei narigadas na mão dele"

Você já parou para pensar que o juízo que você faz ou que fazem desta ou daquela pessoa pode ser mentira? Ou, então, uma partezinha tão pequena da verdade que se torna pior do que uma mentira deslavada?


Pinocchio, Sara Kriistina Albrecht

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pode esperar




Eu chego lá!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Papai é alternativo

“Chico Buarque é chato, pai.” “Espera até você ter 20 anos, filha”. Quando era criança, eu achava as canções da chamada MPB meio entendiantes, e o samba tão brega quanto o pagode. Cartola e Pixinguinha, então, nem pensar! Enquanto isso, colocava o LP dos "Saltimbancos" bem alto na sala e ficava me deleitando e interpretando seus personagens, dando uma única trégua ao chato do Chico. Também gostava de “O Grande Circo Místico”, mas só por causa da música da bailarina.

Eu também costumava achar literatura uma matéria imbecil. Por que eu tenho de estudar sobre livros? Livros eu tenho de lê-los e os que quero, não por imposição. E como se não bastasse, aniversário após aniversários ganhava livros de papai. O meu presente predileto foi aos 17. “À Cristina, aos seus 17 anos, para que nunca perca a poesia”. Desde então, Fernando Pessoa não saiu mais da minha cabeceira. Foi justamente nesse ano que literatura passou de a matéria mais inútil para a minha predileta.

Não tardou muito tempo, ouvi “Valsinha” de um professor de literatura, um dos caras mais estranhos que já vi. Mas foi ele quem fez me apaixonar pelo Chico e, sem perceber, estava gostando de samba e das ditas MPBs. E de jazz. E das coisas ultrapassadas que meu pai sempre me apresentava.

À minha família devo infinitas coisas. É inegável a boa cultura (ou aquela que considero boa) que recebi do meu pai. Ele é engenheiro e é a pessoa que mais lê, para para ouvir música em frente ao aparelho de som e assiste a clássicos dos cinema em casa. Indubitavelmente.

Há pouco tempo, topei com faapianos do cinema. Esses aí super excêntricos e...alternativos! E eles tinham óculos do tempo do gramofone iguais aos do meu pai! Foi aí que pensei, “Taí, papai é um alternativo autêntico”, porque ele usa esses óculos desde antes de começar e deixar de fumar cachimbo.

Bem, eu não tenho a menor pretensão de usar óculos. Meus olhinhos vão bem, obrigada. Muito menos os iguais aos do meu pai. Mas pretendendo ouvi-lo mais vezes, que meu preconceito não me impeça mais de conhecer o lindo universo do “alternativo” mais autêntico do mundo. Do meu mundo!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

De mansinho

O meu amor chegou de mansinho, inofensivo, despretensioso. Mas, nem por isso despercebido.
Como água que toca os pés descalços, calejados de tanto andar. Pés sensíveis e independentes. Pés que não conseguem estar parados, que buscam, a todo instante, um chão para pisar, um espaço a percorrer, uma coluna para o corpo sustentar.
O meu amor foi crescendo dos pés ao calcanhar, descobrindo minhas couraças, medos e inseguranças, sem me julgar.
O meu amor tocou minha cintura, deixando-me flutuar com as pernas bambas, não me deixando mais ver o chão.
O meu amor gelou minha barriga (ele faz isso a todo instante), lembrando-me o quanto dá medo amar.
O meu amor invadiu meu peito, dizendo que tem pressa para chegar.
O meu amor imergiu-me inteira e desmanchou-me a razão, mostrando que a vida é muito curta para em águas mais profundas não querer navegar.